Rafael Chefe Cartorio Eleitoral de Campo Erê Rafael Chefe Cartorio Eleitoral de Campo Erê
Os campoere_1nses e nem tão pouco os catarinenses precisam fazer o cadastro biométrico — identificação pelas impressões digitais — neste ano, apesar da campanha nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que chama os eleitores a comparecerem aos cartórios eleitorais para fazer o recadastramento. <br /><br />Rafael Neves da Fontoura Dorneles, Chefe de Cartório Eleitoral da 69ª ZE de Campo Erê,  depois da campanha, muitos eleitores têm procurado o cartório eleitoral, no entanto, o TRE esclarece que a medida não atinge todos os estados brasileiros, como é o caso de Santa Catarina. <br /><br />Segundo o TSE, a decisão de veicular nacionalmente a campanha teve como objetivo conscientizar a todos os eleitores e não apenas àqueles que estão em cidades que passarão por revisão eleitoral. Neste caso, a intenção é chamar a atenção da importância de participar do futuro recadastramento no seu município. <br /><br />Atualmente 43 cidades brasileiras, distribuídas em 17 estados, estão fazendo o cadastramento biométrico. <br /><br />Apesar de não participar do cadastro em 2009, Santa Catarina saiu na frente em 2008, sendo um dos primeiros a implantar o voto com reconhecimento do eleitor pelo processo biométrico em São João Batista, na Grande Florianópolis. <br /><br />A cidade catarinense foi pioneira na tecnologia, juntamente com Fátima do Sul, no Mato Grosso do Sul, e Colorado do Oeste, em Rondônia.