Bem-estar animal é o princípio orientador da Unidade de
Disseminação de Genes (UDG II) da Cooperativa Central Aurora Alimentos –
terceiro maior grupo industrial de alimentos cárneos do Brasil – inaugurada
nesta semana,
O presidente Mário Lanznaster destacou que o investimento
foi necessário para manter o programa de expansão da produção de suínos da
Aurora. O coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar detalhou a
complexidade da gestão e da operação da produção de sêmen. O vice-prefeito Élio
Cella discorreu sobre a importância da Aurora na economia regional.
O diretor de agropecuária Marcos Zordan destacou que a UDG
II atende aos requisitos da legislação europeia de bem-estar animal.
A boa alimentação é uma das prioridades, mediante controle
da qualidade e potabilidade da água e o fornecimento de nutrição balanceada. Os
reprodutores estarão alojados em instalações climatizadas, com pressão positiva
e filtro de ar, impedindo a entrada de agentes patogênicos, mantendo a
biosseguridade e o bem-estar dos animais. Este moderno sistema de climatização
foi desenvolvido para garantir ar na temperatura ideal ao conforto animal,
devidamente filtrado e na quantidade adequada para atender à necessidade dos
animais gerando conforto térmico.
As densidades na granja foram ajustadas de acordo com as
condições ambientais, de manejo e comportamento dos animais. Os pavimentos e
pisos foram construídos de forma a evitar e/ou minimizar lesões, com área útil
mínima destinada a cada animal igual ou superior a
Os embarcadouros foram construídos de forma a minimizar
lesões e estresse no manejo com os animais, garantindo o manejo seguro,
facilitando a movimentação para o embarque e desembarque e o trabalho das
pessoas envolvidas no processo. As instalações foram planejadas com fundos e
laterais das baias com as grades vazadas, permitindo o contato entre os
indivíduos e respeitando o comportamento social dos suínos.
O cuidado com a saúde do plantel é outro ponto central,
assegurado pela presença de médico veterinário. Com isso, busca-se o correto
manejo dos animais, a sanidade e a prevenção de doenças, com o diagnóstico e
tratamento (quando necessário). “Queremos as melhores condições de bem-estar
para os animais”, sublinha o diretor. Para isso, a equipe de profissionais será
treinada e capacitada de acordo com as boas práticas de produção e bem-estar
animal.
ESTRUTURA
A UDG II tem área
total construída de
Os reprodutores, antes
de ingressarem no galpão principal da unidade, serão recebidos no galpão de
quarentena que possui o mesmo sistema de climatização e biosseguridade. Ali,
por um período de 30 dias, serão monitorados diariamente objetivando garantir
que não são portadores de nenhuma doença ou agente infeccioso.
Uma equipe de 13
profissionais trabalhará na UDG II, com o suporte de um médico veterinário e
responsável técnico. O acesso ao local será rigorosamente restrito com uso de
arco de desinfecção, escritório para controle de entrada de pessoas, barreira
sanitária (banho de funcionários e visitantes) e quarentena obrigatória.
O complexo UDG II, que
ocupa uma área de