Corpo pode ser de homem que tem familia em Campo Erê - Foto Romeu Cirea
Exames do Instituto Geral de Perícias (IGP) irão verificar a identidade e a provável causa da morte de um homem encontrado boiando num açude da comunidade de Passo Ferraz, entre Xanxerê e Bom Jesus(próximo ao Restaurante Jipão), por volta do meio dia de sexta-feira(17).
O corpo foi achado por Marcelo Valendorf, morador da propriedade em que está o açude, que faz divisa com um silo de cooperativa agrícola, onde o trabalhador braçal Adelar Ferreira da Silva, de 24 anos, cortador de lenha, que estava desaparecido desde a noite de sábado, quando veio a Xanxerê participar de um bailão juntamente com um colega de trabalho.
Sandra Romiti, esposa de Luis Alves Nunes, também cortador de lenha da cooperativa, conta que retornou de Campo Erê na terça-feira de noite com seu marido, e não encontrou mais Adelar. Um sobrinho do casal acompanhou Adelar até o bailão, mas pernoitou em Xanxerê, enquanto Adelar retornou para Passo Ferraz provavelmente na noite de sábado.
“Quando chegamos, terça à noite, meu sobrinho disse que Adelar não estava mais no barraco, quando ele retornou de Xanxerê, no domingo. Sandra conta que Adelar tinha esposa e dois filhos menores – um deles com um mês de vida, em Campo Erê.
“Ele (Adelar) ficou aqui no fim de semana porque ele gostava de tomar bastante e a mulher dele não deixava ele tomar, ela mora em Campo Erê. Ele foi para o baile sábado e de certo encheu a cara de bebida e foi pescar. E nós procuramos, fomos fazer o B.O. e tudo dele, ontem(quinta)”. Sandra acrescenta que além de beber bastante, Adelar “trabalhava dois, três dias e sumia, às vezes.Até ligamos para o pai dele e o pai disse ‘não vou atrás desse traste, porque ele é acostumado fazer isso aí”.
Trocou de roupas e sumiu
Luis Alves Nunes, marido de Sandra e colega de trabalho de Adelar, não teve dúvidas, ao ver o corpo, que tratava-se de Adelar devido ao par de botas de borracha que viu calçado no corpo, mesmo dentro do açude. Segundo Luis, “ele(Adelar) ficou aí no fim de semana, com meu sobrinho e eu fui para casa (em Campo Erê). Os dois foram no bailão em Xanxerê; Meu sobrinho ficou dormindo em Xanxerê, na casa de amigas, e Adelar não quis ficar, disse que vinha pro acampamento.
No domingo meu sobrinho chegou viu as roupas (que Adelar usou para ir ao baile), achou que ele trocou de roupas e estava por aí – ele gostava de correr atrás de umas namoradas, daí ninguém se preocupou. Liguei para a mulher dele e ela até achou que Adelar podia estar em Chapecó, numa ex dele que mora lá. Eu tava até pensando em ir a Chapecó hoje, procurar ele”, conta.
Luis revela também, sem saber detalhes, que Adelar tinha que se apresentar periodicamente à polícia. E que a esposa dele haveria sugerido que Luis procurasse por ele na delegacia, pois há tempos Adelar teria deixado de se apresentar – e poderia estar detido. Na delegacia, foi informado que não havia ninguém detido com o nome de Adelar e foi aconselhado a fazer o registro do desaparecimento.
Apesar de Luis achar que o cadáver encontrado é de Adelar, pelo par de botas que usava, a identificação oficial do corpo será feita por exames do IGP, que devem sair em alguns dias.
O corpo foi achado por Marcelo Valendorf, morador da propriedade em que está o açude, que faz divisa com um silo de cooperativa agrícola, onde o trabalhador braçal Adelar Ferreira da Silva, de 24 anos, cortador de lenha, que estava desaparecido desde a noite de sábado, quando veio a Xanxerê participar de um bailão juntamente com um colega de trabalho.
Sandra Romiti, esposa de Luis Alves Nunes, também cortador de lenha da cooperativa, conta que retornou de Campo Erê na terça-feira de noite com seu marido, e não encontrou mais Adelar. Um sobrinho do casal acompanhou Adelar até o bailão, mas pernoitou em Xanxerê, enquanto Adelar retornou para Passo Ferraz provavelmente na noite de sábado.
“Quando chegamos, terça à noite, meu sobrinho disse que Adelar não estava mais no barraco, quando ele retornou de Xanxerê, no domingo. Sandra conta que Adelar tinha esposa e dois filhos menores – um deles com um mês de vida, em Campo Erê.
“Ele (Adelar) ficou aqui no fim de semana porque ele gostava de tomar bastante e a mulher dele não deixava ele tomar, ela mora em Campo Erê. Ele foi para o baile sábado e de certo encheu a cara de bebida e foi pescar. E nós procuramos, fomos fazer o B.O. e tudo dele, ontem(quinta)”. Sandra acrescenta que além de beber bastante, Adelar “trabalhava dois, três dias e sumia, às vezes.Até ligamos para o pai dele e o pai disse ‘não vou atrás desse traste, porque ele é acostumado fazer isso aí”.
Trocou de roupas e sumiu
Luis Alves Nunes, marido de Sandra e colega de trabalho de Adelar, não teve dúvidas, ao ver o corpo, que tratava-se de Adelar devido ao par de botas de borracha que viu calçado no corpo, mesmo dentro do açude. Segundo Luis, “ele(Adelar) ficou aí no fim de semana, com meu sobrinho e eu fui para casa (em Campo Erê). Os dois foram no bailão em Xanxerê; Meu sobrinho ficou dormindo em Xanxerê, na casa de amigas, e Adelar não quis ficar, disse que vinha pro acampamento.
No domingo meu sobrinho chegou viu as roupas (que Adelar usou para ir ao baile), achou que ele trocou de roupas e estava por aí – ele gostava de correr atrás de umas namoradas, daí ninguém se preocupou. Liguei para a mulher dele e ela até achou que Adelar podia estar em Chapecó, numa ex dele que mora lá. Eu tava até pensando em ir a Chapecó hoje, procurar ele”, conta.
Luis revela também, sem saber detalhes, que Adelar tinha que se apresentar periodicamente à polícia. E que a esposa dele haveria sugerido que Luis procurasse por ele na delegacia, pois há tempos Adelar teria deixado de se apresentar – e poderia estar detido. Na delegacia, foi informado que não havia ninguém detido com o nome de Adelar e foi aconselhado a fazer o registro do desaparecimento.
Apesar de Luis achar que o cadáver encontrado é de Adelar, pelo par de botas que usava, a identificação oficial do corpo será feita por exames do IGP, que devem sair em alguns dias.