Celesc
A Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) vai apertar o cerco contra os inadimplentes. A partir deste mês, clientes com a conta atrasada por mais de 50 dias serão cadastrados no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).
Hoje, são 484 mil faturas nesta situação, o que representa R$ 39 milhões que a distribuidora de energia deixou de receber. O maior volume das dívidas — R$ 13 milhões — está na região da Grande Florianópolis.
As faturas são de clientes residenciais, industriais, comerciais e rurais. Um único cliente pode ter mais de uma fatura acumulada em atraso.
O diretor comercial da Celesc, Dilson Oliveira Luiz, que assumiu o cargo há dois meses, diz que o próximo passo será reforçar a cobrança de órgãos públicos com o pagamento de energia elétrica em atraso. A meta é deflagrar uma nova ação contra inadimplentes do setor público ainda neste mês.
— A Celesc é uma empresa e precisa ter controle de caixa, tem que comprar mercadorias, tem seus compromissos diários e precisa de equilíbrio financeiro para isso. É preciso que os clientes mantenham sua responsabilidade — defende Luiz.
Sem crédito e no escuro
Atualmente, a Celesc abastece 2,2 milhões de clientes em Santa Catarina. A empresa já adotava a prática de cadastrar clientes inadimplentes no SPC. Mas o que muda agora é o prazo de tolerância
Operações anteriores trabalhavam com prazos de até 180 dias, o que agora foi reduzido para 50 dias. Antes de ir para o SPC, o cliente em atraso também está sujeito ao corte do abastecimento de energia elétrica, o que é autorizado a partir de 45 dias do vencimento da fatura.
Mas o cadastro no SPC e o corte de luz correm como processos independentes um do outro. Para tirar o nome do SPC, o cliente da Celesc deve procurar uma das agências da distribuidora e quitar a dívida.
Quem atrasou o pagamento pela primeira vez, pode negociar o parcelamento do débito. Mas aqueles que já parcelaram a dívida não poderão renegociar a conta enquanto não zerarem o acordo anterior. Mais informações pelo telefone 0800-48-0120.
Hoje, são 484 mil faturas nesta situação, o que representa R$ 39 milhões que a distribuidora de energia deixou de receber. O maior volume das dívidas — R$ 13 milhões — está na região da Grande Florianópolis.
As faturas são de clientes residenciais, industriais, comerciais e rurais. Um único cliente pode ter mais de uma fatura acumulada em atraso.
O diretor comercial da Celesc, Dilson Oliveira Luiz, que assumiu o cargo há dois meses, diz que o próximo passo será reforçar a cobrança de órgãos públicos com o pagamento de energia elétrica em atraso. A meta é deflagrar uma nova ação contra inadimplentes do setor público ainda neste mês.
— A Celesc é uma empresa e precisa ter controle de caixa, tem que comprar mercadorias, tem seus compromissos diários e precisa de equilíbrio financeiro para isso. É preciso que os clientes mantenham sua responsabilidade — defende Luiz.
Sem crédito e no escuro
Atualmente, a Celesc abastece 2,2 milhões de clientes em Santa Catarina. A empresa já adotava a prática de cadastrar clientes inadimplentes no SPC. Mas o que muda agora é o prazo de tolerância
Operações anteriores trabalhavam com prazos de até 180 dias, o que agora foi reduzido para 50 dias. Antes de ir para o SPC, o cliente em atraso também está sujeito ao corte do abastecimento de energia elétrica, o que é autorizado a partir de 45 dias do vencimento da fatura.
Mas o cadastro no SPC e o corte de luz correm como processos independentes um do outro. Para tirar o nome do SPC, o cliente da Celesc deve procurar uma das agências da distribuidora e quitar a dívida.
Quem atrasou o pagamento pela primeira vez, pode negociar o parcelamento do débito. Mas aqueles que já parcelaram a dívida não poderão renegociar a conta enquanto não zerarem o acordo anterior. Mais informações pelo telefone 0800-48-0120.