Energia elétrica eis a questão.
Entidades representativas do município de Campo Erê não concordaram com as explicações dos diretores da CELESC responsável pela distribuição de energia elétrica no município de Campo Erê, José Reinaldo Wolkweis e Silas de Bona.
Nas informações prestadas a imprensa local os diretores pelas áreas de gerencia administrativa e elétrica descartaram a possibilidade de implantação de uma sub-estação no município, informaram que há sobra de energia no município e que os cortes são considerados normais.
Eles informaram ainda que a CELESC faz as manutenções necessárias e que a dez anos atrás a média de falta de energia correspondia a 40 horas/ano e em 2010 foi de apenas 12,5 horas/ano, mostrando assim uma grande evolução no fornecimento de energia. As redes são constantemente vistoriadas fisicamente por técnicos e com equipamentos de raio X, capaz de detectar falhas nos cabos entre outros.
A alegação da direção com relação aos chamados “piques” são de uma grande maioria os raios, seguido de arvores, pássaros e vandalismo além dos reflorestamentos principalmente os de eucaliptos.
A Associação Empresarial de Campo Erê não concorda com as explicações dadas pelos diretores e relata inúmeras ocorrências de falta e de quedas que não correspondem com as explicações dadas. A entidade juntamente com o poder executivo de Campo Erê já tem junto ao Ministério Publico da Comarca uma solicitação de averiguação junto a CELESC, trata-se de a instauração de um inquérito Civil, cujo objetivo é apurar as causas das constantes quedas de energia elétrica.
No inquérito a Promotoria Publica cita também todos os municípios da Comarca que são além de Campo Erê, Saltinho, São Bernardino e Santa Terezinha.
O presidente da ACICE Sidney Di Domenico informou que os diretores da estatal, não procuraram a entidade para esclarecimentos, sendo que os mesmos são sabedores que ela entre outras estão a frente da questão. Não posso crer que eles vêem a Campo Erê, fazem visitas, dão declaração na imprensa e não procuram as pessoas que tem o compromisso com a sociedade.
Para o presidente da Câmara Municipal de Vereadores Alvaro Luiz Viganó que realizou uma audiência publica para debater o assunto, o caso já saiu do limite tolerável e acredita que deva ser tratado de forma mais acintosa. O momento não é para a disputa de quebra de braço e sim para a busca de soluções. É evidente que existes problemas, caso não houvesse não haveria reclamações.
Por sua vez na audiência publica foi montada uma comissão para levantar todos os problemas e na próxima semana haverá outra reunião para reafirmar os rumos que as ações devam seguir. Viganó diz que por sua vez deverão ser contatados diretores a nível estadual bem como a presidência da CELESC, além levar ao conhecimento das autoridades políticas estaduais como o próprio governador.
Outra entidade envolvida o Sindicato dos Produtores Rurais, também buscam soluções para os problemas para a classe. O agravante no setor produtivo no interior é o de leite e por muitas vezes a falta de energia requer que a ordenha seja feita manual, pois poucos têm equipamentos suficientes para que ela seja feita mecanicamente através de trator, sem contar que o resfriamento também fica prejudicado.
Os lideres que estão a frente das entidades são unânimes em elogiar o trabalho dos funcionários local. O trabalho dos funcionários de campo tem uma grande agilidade e todos são prestativos na suas funções bem como na sociedade campoere_1nse.
Nas informações prestadas a imprensa local os diretores pelas áreas de gerencia administrativa e elétrica descartaram a possibilidade de implantação de uma sub-estação no município, informaram que há sobra de energia no município e que os cortes são considerados normais.
Eles informaram ainda que a CELESC faz as manutenções necessárias e que a dez anos atrás a média de falta de energia correspondia a 40 horas/ano e em 2010 foi de apenas 12,5 horas/ano, mostrando assim uma grande evolução no fornecimento de energia. As redes são constantemente vistoriadas fisicamente por técnicos e com equipamentos de raio X, capaz de detectar falhas nos cabos entre outros.
A alegação da direção com relação aos chamados “piques” são de uma grande maioria os raios, seguido de arvores, pássaros e vandalismo além dos reflorestamentos principalmente os de eucaliptos.
A Associação Empresarial de Campo Erê não concorda com as explicações dadas pelos diretores e relata inúmeras ocorrências de falta e de quedas que não correspondem com as explicações dadas. A entidade juntamente com o poder executivo de Campo Erê já tem junto ao Ministério Publico da Comarca uma solicitação de averiguação junto a CELESC, trata-se de a instauração de um inquérito Civil, cujo objetivo é apurar as causas das constantes quedas de energia elétrica.
No inquérito a Promotoria Publica cita também todos os municípios da Comarca que são além de Campo Erê, Saltinho, São Bernardino e Santa Terezinha.
O presidente da ACICE Sidney Di Domenico informou que os diretores da estatal, não procuraram a entidade para esclarecimentos, sendo que os mesmos são sabedores que ela entre outras estão a frente da questão. Não posso crer que eles vêem a Campo Erê, fazem visitas, dão declaração na imprensa e não procuram as pessoas que tem o compromisso com a sociedade.
Para o presidente da Câmara Municipal de Vereadores Alvaro Luiz Viganó que realizou uma audiência publica para debater o assunto, o caso já saiu do limite tolerável e acredita que deva ser tratado de forma mais acintosa. O momento não é para a disputa de quebra de braço e sim para a busca de soluções. É evidente que existes problemas, caso não houvesse não haveria reclamações.
Por sua vez na audiência publica foi montada uma comissão para levantar todos os problemas e na próxima semana haverá outra reunião para reafirmar os rumos que as ações devam seguir. Viganó diz que por sua vez deverão ser contatados diretores a nível estadual bem como a presidência da CELESC, além levar ao conhecimento das autoridades políticas estaduais como o próprio governador.
Outra entidade envolvida o Sindicato dos Produtores Rurais, também buscam soluções para os problemas para a classe. O agravante no setor produtivo no interior é o de leite e por muitas vezes a falta de energia requer que a ordenha seja feita manual, pois poucos têm equipamentos suficientes para que ela seja feita mecanicamente através de trator, sem contar que o resfriamento também fica prejudicado.
Os lideres que estão a frente das entidades são unânimes em elogiar o trabalho dos funcionários local. O trabalho dos funcionários de campo tem uma grande agilidade e todos são prestativos na suas funções bem como na sociedade campoere_1nse.