Em uma das
propriedades localizadas na linha 12 de Novembro, interior do município de
Campo Erê, esta a chácara do técnico agrícola Nelson Rintzel, na qual entre as
diversidades de plantas que o local possui, uma delas nessa época do ano é a
mais preservada em função de sua produção e seus cuidados que ela deve ter.
A pitaia, também conhecida
como fruta-do-dragão, é o fruto de várias espécies de cactos epífitos dos
gêneros Hylocereus e Selenicereus, nativas de regiões da América Central e
México, também cultivadas em Israel, no Brasil e na China.
O termo
"pitaia" significa "fruta escamosa".
Existem três
espécies, todas muito comercializadas pelos seus frutos, que lhes dão os nomes:
a pitaia-branca (rosa por fora e branca por dentro), a pitaia-amarela (amarela
por fora e branca por dentro) e a pitaia-vermelha (avermelhada por dentro e por
fora).
Cuidados para
produção
A planta da pitaia só
floresce à noite, pelo que as suas flores abarcam o rol das várias plantas chamadas
de flor-da-noite, e por esse motivo é necessário a polinização das flores para
que o fruto seja produzido.
Na região algumas
flores são polinizadas por insetos noturnos e morcegos fluginger, que se
alimentam de frutas, entre outros.
Segundo o técnico a
principal polinização é feita manual, já que não se pode confiar que durante a
noite bichos noturnos percorrem todas as flores que desabrocham já no
escurecer.
Na propriedade do
técnico atualmente o experimento possuiu inúmeras variedades entre elas a
pinque e a roxa, as mais produtivas e a baby do cerrado e a do Vietnã, por
serem de climas mais secos não produzem frutos de proporção e quantidade tanto
quanto as demais.
Outras plantas com
variedades não identificadas estão na propriedade na fase de testes, todas que
serão tema para indicação de plantio a futuros produtores.
Uma delas o plantio
foi feito no pé de um pinheiro, subindo até a galhada onde a produção é natural
e os frutos são consumidos por pássaros.
Em Campo Erê já há
plantio em fase de alta produção.
Um produtor do
interior produz em média 1 tonelada a
cada ano e sua comercialização se da em supermercados da região.
Sobre a pitaia
Na saúde
Ajuda na saúde
cardiovascular, graças aos ácidos graxos essenciais como os ômega 3, presentes
em suas sementes; Promove o bom funcionamento do intestino, por ser uma fonte
de fibras. Colabora com a prevenção da anemia e osteoporose, pois contém
vitaminas e minerais importantes como ferro, fósforo, vitaminas B, C e E.
No câncer
Tanto a polpa quanto
a casca da pitaya são ricas em polifenóis, que têm ação antioxidante e
contribui no combate dos radicais livres
Quem tem diabetes
pode comer a fruta pitaya?
As fibras da pitaya
também ajudam a manter a saciedade por mais tempo, contribuindo para normalizar
os níveis de açúcar no sangue. Por isso, o consumo da fruta é ideal para
pessoas com diabetes ou que estão seguindo uma dieta para perda de peso.
Clima e solo
A pitaia pode ser
cultivada de 30 até 700 metros acima do nível do mar. Quanto às condições
edafoclimáticas, carece de climas razoavelmente quentes, mostrando um
desenvolvimento ótimo em zonas em que a média das temperaturas se situe entre
os 18 e os 26 °C.
No tocante à
precipitação, os valores mais adequados rondam os 500 e os 700 milímetros de
chuva. Privilegia os solos ricos em matéria orgânica, com boa drenagem, de
textura franco-arenosa e onde não haja alagamento.
Composição
nutricional
No geral as pitaias
apresentam uma composição nutricional parecida
Acido ascórbico
(Vitamina C) 25.0 mg
Cálcio 6.0 mg
Calorias 40.1
Carboidratos 9.2g
Proteínas 0.15g
Fibra 0.3g
Fósforo 19.0 mg
Gorduras 0.1g
Ferro 0.4 mg
Niacina 0.2 mg
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