Os acusados  da morte de Junior Nuncio, crime ocorrido no dia 14 de outubro de 2018, foram julgados nesta segunda feira 14 nas dependência da câmara municipal de vereadores de Anchieta.

 

Dejair Ramon Marques, Gian Marques, José Delírio de Souza e Luan Fernando Marques, foram acusados pelo Ministério Publico de homicídio, crime previsto no artigo 121, caput, § 2º, incisos II, III e IV, do Código Penal, na forma do artigo 29 do mesmo estatuto repressivo, cotejado com o artigo 1º, inciso I, da Lei n. 8.072/90 em virtude dos acontecimentos assim narrados na exordial (evento 48, PET429).

 

O crime aconteceu no bairro Sol Nascente e segundo a denuncia, os acusados desferiram pedradas, chutes e, pelo menos, seis golpes de facão contra a vítima Júnior Núncio, provocando as lesões corporais, que foram a causa eficiente de sua morte, em razão da fratura de crânio e perda de massa encefálica.

 

Vitima e acusados estavam em via publica e Júnior portava uma barra de ferro, quando se deparou com o veiculo conduzido por José quando tentou empreender fuga, pois havia um desentendimento anterior, mas se deparou com Dejair, Gian e Luan vindo em sua direção, momento em que José realizou manobra com seu veículo para encurralar a vítima, tendo a ação conjunta a emboscado.

 

Na sequencia  José investiu contra a vítima com diversos golpes de facão, momento em que os denunciados Luan e Gian também arremessaram pedras na vitima enquanto Dejair permaneceu no interior do veículo.

 

Júnior ainda conseguiu escapar, mas foi alcançado e José desferiu ao menos seis golpes de facão em sua nuca ao passo que Luan desferiu diversos chutes no tórax e cabeça da vítima, enquanto Gian acompanhava e observava a ação dos comparsas, já tendo se apoderado da barra de ferro que estava anteriormente com a vítima.

 

Após ouvirem gritos de vizinhos no sentido de que a polícia seria acionada, José, Luan e Gian empreenderam fuga, entrando no veículo de Dejair para garantir o sucesso da evasão.

 

Ainda na fase processual, o acusado Dejair Ramon Marques foi absolvido da acusação e somente os demais foram a julgamento ontem.

 

No julgamento de ontem o conselho de sentença formado por 5 mulheres e 2 homens, inocentou o réu Gian Marques, defendido pelos advogados de Campo Erê, Luiz Henrique Metz Mazetto e seu assistente Ivanio Loures Formighieri e os réus José, defendido pelos advogados Gaspar Fidelis de Almeida Junior e Clederson Jardel Poersch  e Luan defendido pelo advogado Daniel Decesaro foram sentenciados a 12 anos de prisão em regime fechado.

 

Os réus José Delírio de Souza e Luan Fernando Marques, não compareceram ao tribunal e José que não cumpriu as medidas judiciais a ele impostas, já possuía um mandado de prisão, enquanto o Luan passa a ter que se apresentar para o cumprimento da pena.

 

A policia militar e serventuarios da justiça também atuaram no julgamento. que foi presidida pelo juiz de direito da comarca de Anchieta Dr. Matheus Arcangelo e na acusação a promotora de justiça Jessica de Souza Angel Fernandes. 

Veja as materias do crime

Policia prende suspeitos de homicidio em Palma Sola

Morre no hospital homem agredido a golpes de facão em Palma Sola

 Homem é gravente ferido a golpes de facão em Palma Sola 

Imagens 

Jonior Nuncio - Vitima

Operação policial que prendeu os suspeitos

 

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