Reunião tenta amenizarar os conflitos.
O Delegado Geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, recebeu hoje (23), em seu gabinete, a cúpula do Sindicado de Policiais Civis (Sinpol), em uma reunião que teve como pauta encontrar um consenso para minimizar esse conflito entre Polícias Civil e Militar. A reunião tratou, mais especificamente, os dois últimos fatos relacionados à abordagem de um policial civil e à perseguição a uma viatura da DEIC pela Polícia Militar.
Em relação a essas duas abordagens, a orientação apontada pelo Delegado Geral é que as circunstâncias sejam apuradas detalhadamente para que se possa, ao final da apuração, aí então, firmar-se um juízo de responsabilidades. Porque qualquer juízo de responsabilidade nesse momento, antes da apuração formal, é extremamente precipitado e perigoso. D’Ávila afirmou que os causadores serão responsabilizados, mas toda uma instituição não deve ser penalizada pelo exagero de algumas pessoas.
Segundo o Presidente do Sinpol, Pedro Joaquim Cardoso, não há interesse em confrontar a Polícia Militar, pelo contrário, há interesse que a co-irmã deixe a Polícia Civil fazer seu trabalho, que é um trabalho bem feito, e que a PM continue fazendo o dela. “Dessa forma, quem tem a ganhar é a sociedade”, diz Cardoso.
“A orientação da Delegacia Geral ao Sinpol e a todos os policiais civis é que o norte da Polícia Civil é pela integração. Buscamos a pacificação e queremos que as duas instituições permaneçam trabalhando harmonizadas e sem ocorrência de qualquer tipo de conflito, pois o nosso objetivo é comum: o bom atendimento à população catarinense”, afirmou D’Ávila.
Em relação a essas duas abordagens, a orientação apontada pelo Delegado Geral é que as circunstâncias sejam apuradas detalhadamente para que se possa, ao final da apuração, aí então, firmar-se um juízo de responsabilidades. Porque qualquer juízo de responsabilidade nesse momento, antes da apuração formal, é extremamente precipitado e perigoso. D’Ávila afirmou que os causadores serão responsabilizados, mas toda uma instituição não deve ser penalizada pelo exagero de algumas pessoas.
Segundo o Presidente do Sinpol, Pedro Joaquim Cardoso, não há interesse em confrontar a Polícia Militar, pelo contrário, há interesse que a co-irmã deixe a Polícia Civil fazer seu trabalho, que é um trabalho bem feito, e que a PM continue fazendo o dela. “Dessa forma, quem tem a ganhar é a sociedade”, diz Cardoso.
“A orientação da Delegacia Geral ao Sinpol e a todos os policiais civis é que o norte da Polícia Civil é pela integração. Buscamos a pacificação e queremos que as duas instituições permaneçam trabalhando harmonizadas e sem ocorrência de qualquer tipo de conflito, pois o nosso objetivo é comum: o bom atendimento à população catarinense”, afirmou D’Ávila.