O município de Campo Erê está com inscrições abertas para o Programa Brasil Alfabetizado, destinado a jovens e adultos a partir dos 15 anos que ainda não sabem ler e escrever.
As inscrições ocorrem de 19 a 27, na Secretaria Municipal de Educação.
Para se inscrever, o interessado deve apresentar os seguintes documentos:
· Documento oficial com foto
· CPF
· Comprovante de residência (dos últimos 3 meses)
Os estudantes matriculados terão direito a:
· Material didático
· Transporte escolar (se necessário)
· Alimentação durante as aulas
· Certificado de conclusão ao final do curso
As aulas serão ministradas na Escola João Telles Padilha e terão duração de 12 meses.
O que é
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma porta aberta para quem teve o direito de aprender negado. No Brasil, milhões de pessoas ainda enfrentam as consequências de uma trajetória educacional interrompida — seja por falta de acesso, necessidade de trabalhar cedo ou outros desafios sociais.
A EJA acolhe essas histórias e oferece um caminho possível para retomar os estudos, ampliar horizontes e conquistar autonomia. É uma ferramenta poderosa de transformação social, capaz de reduzir desigualdades e fortalecer a cidadania. Entenda neste artigo!
O que é a Educação de Jovens e Adultos (EJA)?
A EJA é uma modalidade de ensino voltada para pessoas que não tiveram acesso à escola na idade adequada ou que precisaram interromper seus estudos por diversos motivos. Ela oferece a oportunidade de retomar os estudos e conquistar um diploma do ensino fundamental ou médio.
Diferente do ensino regular, a alfabetização de adultos e jovens na EJA considera o tempo e a experiência de vida de cada educando. É uma educação feita para acolher, respeitar e construir novos caminhos.
Para quem a EJA é direcionada?
A Educação de Jovens e Adultos é pensada para:
Pessoas com 15 anos ou mais que não concluíram o ensino fundamental;
Pessoas com 18 anos ou mais que não concluíram o ensino médio;
Jovens e adultos que desejam retomar os estudos para ampliar suas oportunidades profissionais e pessoais.
Esses educandos carregam histórias potentes. São mães, pais, trabalhadores e trabalhadoras que buscam na escola uma chance de transformar sua realidade.