Invasão ocorreu a 15 dias, ninguem fala. Foto: www.campoere_1.com
Na próxima 6ª feira dia 23 as 13hs30min na sala de audiências do Fórum da Comarca de Campo Erê será realizada uma audiência para definir a situação da invasão a propriedade de Paulina Bonatto Daneluz, uma chácara localizada na rua Rui Barbosa entroncamento com a rodovia SC 473, trevo.
No despacho do Juiz de Direito da Comarca Dr. André Luiz Bianchi as partes foram intimadas para a apresentação da contestação de acordo com a Lei em vigor.
A invasão ocorreu a aproximadamente 15 dias e a proprietária da área pediu na justiça reintegração de posse como a legitima proprietária. No local inúmeras barracas foram erguidas e algumas armações aguardam lonas pretas para cobertura, mas poucas pessoas estavam no local no momento em que la estivemos.
Em contato com os proprietários, informaram apenas que já haviam requerido a justiça a reintegração de posse da área e no local da invasão apenas duas pessoas, que não revelaram seus nomes, disseram que o objetivo era da possibilidade de desapropriação por parte do INCRA para que eles pudessem construir suas casas.
Já na prefeitura municipal de Campo Erê através do órgão competente a informação é de que apenas uma pessoa compareceu solicitando para que fosse feita uma reunião sobre o caso, mas por se tratar de área particular o município pode intervir na questão.
No despacho do Juiz de Direito da Comarca Dr. André Luiz Bianchi as partes foram intimadas para a apresentação da contestação de acordo com a Lei em vigor.
A invasão ocorreu a aproximadamente 15 dias e a proprietária da área pediu na justiça reintegração de posse como a legitima proprietária. No local inúmeras barracas foram erguidas e algumas armações aguardam lonas pretas para cobertura, mas poucas pessoas estavam no local no momento em que la estivemos.
Em contato com os proprietários, informaram apenas que já haviam requerido a justiça a reintegração de posse da área e no local da invasão apenas duas pessoas, que não revelaram seus nomes, disseram que o objetivo era da possibilidade de desapropriação por parte do INCRA para que eles pudessem construir suas casas.
Já na prefeitura municipal de Campo Erê através do órgão competente a informação é de que apenas uma pessoa compareceu solicitando para que fosse feita uma reunião sobre o caso, mas por se tratar de área particular o município pode intervir na questão.