Alceres, acusado de tentativa de homicidio. Alceres, acusado de tentativa de homicidio.
Alceres Francisco Schwartz conhecido como Celo, 44 anos, vai a julgamento nesta quarta dia 21 no Fórum da Comarca de Campo Erê, com inicio as 9hs, por tentativa de homicídio qualificado. Ele também é réu confesso da morte do Ex-vereador de São Bernardino e Diretor geral da SDR de São Lourenço do Oeste Hilário Scheregele.

Ele será julgado por tentativa de homicídio tendo como vitima Elton de Mello Rodrigues que segundo a acusação da conta de que no dia 14 de setembro de 2009, por volta das 18horas e 30 minutos, a vítima Elton dirigiu-se até a residência do denunciado Alceres (Celo), localizada na Rua São Bernardino, s/n, Bairro Scheid, Município de São Bernardino/SC, a pedido deste, a fim de receber a quantia de R$ 200 reais que o denunciado lhe devia, em virtude de negócio realizado entre eles.

Chegando ao local, após pequena conversa e diante da promessa do denunciado de efetuar o pagamento da dívida, a vitima permaneceu do lado de fora da residência aguardando o recebimento do dinheiro. Contudo, instantes após, o denunciado retornou ao local e, de posse de uma arma de fogo um revólver que não apreendido, e efetuou 3 disparos à curta distância em sua direção.

Segundo os relatos da vitima o primeiro disparo efetuado falhou. O segundo atingiu a mão direita da vítima, que tentava de se proteger, e o terceiro, por sua vez, atingiu-lhe a região da boca, causando as lesões. A vítima saiu correndo do local, buscando auxílio de terceira pessoa que reside nas proximidades, sendo encaminhado ao hospital do município, onde recebeu tratamento médico.

Outra vitima de Celo era testemunha no processo

Hilário Scheregele era testemunha do processo onde Celo é acusado de tentativa de homicídio. Em seu depoimento feito a justiça Hilário relatou que era vizinho do réu e que só ficou sabendo dos fatos após a ocorrência por vizinhos e que a vitima apresentava sangramento no rosto e que conversou com a vitima e que não sabia que réu e vitima eram credores ou devedores entre si.

Ela relatou ainda que era proprietário de um posto de gasolina e que a vitima tinha uma divida e lhe entregou um cheque e esse foi devolvido, após ser depositado por insuficiência de fundos e que não foi pago. Hilário disse que precisou viajar e entregou o cheque ao réu para que ele efetuasse a cobrança, fato esse uns 20 a 30 dias antes do fato.

O réu segundo Hilário trabalhava no posto de borracheiro e ajudante e que a vitima costumava aprontar em finais de festas e que não conhecia nada que desabonasse a conduta do réu e que não sabia se a vitima sabia que o réu estava de posse do cheque.