Chuva começou na noite de ontem e foi continua.
Dia 23 de novembro de 2011 foi o dia que a região recebeu a ultima chuva com boa pluviosidade, depois disso algumas garoas que nada significaram para o cultivo de milho, soja e pastagens.
Ontem por volta das 17 horas alguns pontos da região já recebiam a chuva aguarda principalmente pelos agricultores. Há regiões no interior que já choveu 45 milímetros e na cidade de Campo Erê as 8 horas da manhã já tinha a marca de 38 milímetros.
Essa quantidade já ameniza a situação da água e estanca as perdas na cultura de soja e inicia a recuperação das pastagens. Já na cultura de milho essa chuva nada ajuda na recuperação. Segundo o engenheiro agrônomo Heinbert Sand as analises feitas no decorrer desta semana são as piores possíveis.
Em todas as lavouras a raiz esta morta e a cana de sustentação da planta esta seca na sua base. As espigas estão com os grãos leitoso e como que a planta não terá a recuperação ele passara para o estado de chocho, grudado no sabugo e no momento da colheita não debulha e o que a colheitadeira não jogar fora coma a palhada vai gera grande impureza.
A região de Campo Erê tem na previsão aproximadamente 50 milímetros de chuva para hoje o que faz voltar às águas nas fontes em especial no interior que eram abastecidos por caminhão pipa.
Situação de Emergência
Defesa Civil registra 75 municípios em Situação de Emergência por estiagem
A cada dia cresce o número de municípios em Situação de Emergência atingidos pela seca em Santa Catarina. Desde dezembro, quando informado o primeiro decreto, do município de Coronel Freitas, em 19 de dezembro, a Secretaria de Estado da Defesa Civil, em parceria com outras secretarias setoriais, trabalha nas ações de enfrentamento da estiagem. Até o momento, a Defesa Civil registra 75 municípios do Extremo-Oeste e do Oeste com decretos por estiagem.
De acordo com o secretário de Estado da Defesa Civil, Geraldo Althoff, as ações dentro da pasta estão focadas, principalmente, no atendimento das populações afetadas pela falta de água para consumo humano. “A equipe técnica diariamente monitora os impactados e busca soluções emergenciais para atendê-las. Estamos realizando um trabalho articulado, tanto dentro do Governo Estadual, como regional e Federal, no enfrentamento da estiagem”, ressaltou.
A Defesa Civil recebeu 53 documentos que trazem a Avaliação de Danos (Avadans) na agricultura e pecuária catarinense. Conforme os Avadans, o prejuízo nas culturas é de R$ 371 milhões. São R$ 342 milhões na agricultura e R$ 29,2 milhões na pecuária. Os documentos apontam, ainda, que são 458.777 afetados no total. Na agricultura, os três municípios com maiores prejuízos são: Nova Itaberaba (R$ 54,8 milhões); Campo Erê (R$ 42,2 milhões), e Iraceminha com R$ 17,2 milhões. E na pecuária, Saudades registra prejuízos de R$ 4,1 milhões, Iraceminha R$ 4,5 milhões e Quilombo de R$ 2,2 milhões. Há municípios que decretaram Situação de Emergência, mas que ainda estão realizando os levantamentos, como é o caso de Chapecó e Seara.
Ontem por volta das 17 horas alguns pontos da região já recebiam a chuva aguarda principalmente pelos agricultores. Há regiões no interior que já choveu 45 milímetros e na cidade de Campo Erê as 8 horas da manhã já tinha a marca de 38 milímetros.
Essa quantidade já ameniza a situação da água e estanca as perdas na cultura de soja e inicia a recuperação das pastagens. Já na cultura de milho essa chuva nada ajuda na recuperação. Segundo o engenheiro agrônomo Heinbert Sand as analises feitas no decorrer desta semana são as piores possíveis.
Em todas as lavouras a raiz esta morta e a cana de sustentação da planta esta seca na sua base. As espigas estão com os grãos leitoso e como que a planta não terá a recuperação ele passara para o estado de chocho, grudado no sabugo e no momento da colheita não debulha e o que a colheitadeira não jogar fora coma a palhada vai gera grande impureza.
A região de Campo Erê tem na previsão aproximadamente 50 milímetros de chuva para hoje o que faz voltar às águas nas fontes em especial no interior que eram abastecidos por caminhão pipa.
Situação de Emergência
Defesa Civil registra 75 municípios em Situação de Emergência por estiagem
A cada dia cresce o número de municípios em Situação de Emergência atingidos pela seca em Santa Catarina. Desde dezembro, quando informado o primeiro decreto, do município de Coronel Freitas, em 19 de dezembro, a Secretaria de Estado da Defesa Civil, em parceria com outras secretarias setoriais, trabalha nas ações de enfrentamento da estiagem. Até o momento, a Defesa Civil registra 75 municípios do Extremo-Oeste e do Oeste com decretos por estiagem.
De acordo com o secretário de Estado da Defesa Civil, Geraldo Althoff, as ações dentro da pasta estão focadas, principalmente, no atendimento das populações afetadas pela falta de água para consumo humano. “A equipe técnica diariamente monitora os impactados e busca soluções emergenciais para atendê-las. Estamos realizando um trabalho articulado, tanto dentro do Governo Estadual, como regional e Federal, no enfrentamento da estiagem”, ressaltou.
A Defesa Civil recebeu 53 documentos que trazem a Avaliação de Danos (Avadans) na agricultura e pecuária catarinense. Conforme os Avadans, o prejuízo nas culturas é de R$ 371 milhões. São R$ 342 milhões na agricultura e R$ 29,2 milhões na pecuária. Os documentos apontam, ainda, que são 458.777 afetados no total. Na agricultura, os três municípios com maiores prejuízos são: Nova Itaberaba (R$ 54,8 milhões); Campo Erê (R$ 42,2 milhões), e Iraceminha com R$ 17,2 milhões. E na pecuária, Saudades registra prejuízos de R$ 4,1 milhões, Iraceminha R$ 4,5 milhões e Quilombo de R$ 2,2 milhões. Há municípios que decretaram Situação de Emergência, mas que ainda estão realizando os levantamentos, como é o caso de Chapecó e Seara.