Jhenifer - Continua desaparecida
Exatamente no dia 24 de janeiro de 2011 por volta das 23 horas Jhenifer Amanda Mendes dos Passos de 12 anos foi raptada, arrastada por um potreiro e nunca mais foi vista.
Naquele dia ela e a sua madrinha saíram da sua residência no bairro Cohab e foram ate a cidade onde comeram cachorro quente e por volta das 23 horas quando retornavam na rua Vereador Darci José Roman foram abordadas e Jhenifer foi levada por um homem arrastando pelo potreiro paralelo a rua.
A madrinha e a mãe da menina pediram socorro e as policias civil, militar e populares iniciaram uma busca que segue até hoje. Imediatamente a policia civil iniciou uma serie de investigações e pediu o apoio de todos que pudessem auxiliar na possível localização.
Na manhã do dia seguinte a madrinha recebeu uma mensagem no seu celular, conteúdo não revelado pela policia, mas as tentativas de contato não eram aceitas pela menina. E a partir das 10 horas o telefone ficou desligado ou sem bateria, pois as ligações davam na caixa postal.
Suspeito e acusado.
Desde o inicio a madrinha de Jheniffer disse a policia de que o seqüestrador era Luiz Fernando dos Santos, morto meses depois pela policia de Caçador, em confronto depois de ter feito outro seqüestro naquela cidade.
No registro a mãe conta também que no domingo a filha enviou mensagem de celular a madrinha pedindo que entrasse em contato pois a mesma estava sem créditos. Quando a ligação foi feita a madrinha não conseguiu detalhes porque em seguida o telefone foi desligado, ou terminou a bateria.
Informações de que a menina poderia estar no interior de São Lourenço do Oeste, Itajaí SC, Dois Vizinhos, Foz do Iguaçu PR e ate na Argentina foram investigadas, mas nenhuma delas foi comprovada. Na época sites de internet, jornais, televisões e rádios auxiliaram na divulgação e nenhuma informação concreta foi conseguida o que leva a crer de que ela esteja morta na região, mesmo porque nenhum contato foi feito por ela a familiares ou amigos.
Linha de investigação:
A policia civil iniciou imediatamente as investigações e no mesmo dia já sabiam que o autor do seqüestro era Luiz Fernando dos Santos. Além do depoimento da madrinha outras duas testemunhas informaram que viram Jheniffer com Luiz Fernando e outro homem, mas que naquele momento não sabiam que ela havia sido seqüestrada.
O acusado e a vitima não possuíam nenhuma relação de amizade ou de qualquer outro envolvimento, o que leva a crer que o instinto perverso fez com que Jheniffer fosse atacada pelo bandido. Diante dessa e outras acusações que Luiz Fernando tinha com a policia e justiça foi solicitada a sua prisão, deferida pela justiça local.
Depois de deferido o pedido a policia fez várias tentativas de prisão e em uma delas depois da policia ter a informação de onde ele se encontrava foi até o local e foi recebida a bala pelo acusado, conseguindo fugir do local. Assim mesmo Luiz Fernando continuou cometendo crimes como vinha fazendo bem antes de completar 18 anos. Informações não oficiais dão conta de que só na Comarca de Campo Erê ele possuía aproximadamente 44 processos que vinham da adolescência e depois de completar a maioridade.
Os investigadores da delegacia de policia da Comarca de Campo Erê continuam investigando e juntam informações que são checadas. Eles ainda têm solicitações a diversos setores onde aguardam respostas para que locais possam ser periciado com equipamentos especiais de identificação.
Para a policia, ela continua sendo considerada desaparecida, mas após um ano e sem nenhum contato da menina com familiares e as informações todas checadas é difícil ter acreditar na possibilidade de localizá-la com vida.
A esperança para se ter um desfecho do caso é a ajuda da população com informações através do telefone 197, a ligação não é identificada e nem a pessoa é questionada sobre a sua identidade, para denunciar a possível localização de Jheniffer.
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Naquele dia ela e a sua madrinha saíram da sua residência no bairro Cohab e foram ate a cidade onde comeram cachorro quente e por volta das 23 horas quando retornavam na rua Vereador Darci José Roman foram abordadas e Jhenifer foi levada por um homem arrastando pelo potreiro paralelo a rua.
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Na manhã do dia seguinte a madrinha recebeu uma mensagem no seu celular, conteúdo não revelado pela policia, mas as tentativas de contato não eram aceitas pela menina. E a partir das 10 horas o telefone ficou desligado ou sem bateria, pois as ligações davam na caixa postal.
Suspeito e acusado.
Desde o inicio a madrinha de Jheniffer disse a policia de que o seqüestrador era Luiz Fernando dos Santos, morto meses depois pela policia de Caçador, em confronto depois de ter feito outro seqüestro naquela cidade.
No registro a mãe conta também que no domingo a filha enviou mensagem de celular a madrinha pedindo que entrasse em contato pois a mesma estava sem créditos. Quando a ligação foi feita a madrinha não conseguiu detalhes porque em seguida o telefone foi desligado, ou terminou a bateria.
Informações de que a menina poderia estar no interior de São Lourenço do Oeste, Itajaí SC, Dois Vizinhos, Foz do Iguaçu PR e ate na Argentina foram investigadas, mas nenhuma delas foi comprovada. Na época sites de internet, jornais, televisões e rádios auxiliaram na divulgação e nenhuma informação concreta foi conseguida o que leva a crer de que ela esteja morta na região, mesmo porque nenhum contato foi feito por ela a familiares ou amigos.
Linha de investigação:
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O acusado e a vitima não possuíam nenhuma relação de amizade ou de qualquer outro envolvimento, o que leva a crer que o instinto perverso fez com que Jheniffer fosse atacada pelo bandido. Diante dessa e outras acusações que Luiz Fernando tinha com a policia e justiça foi solicitada a sua prisão, deferida pela justiça local.
Depois de deferido o pedido a policia fez várias tentativas de prisão e em uma delas depois da policia ter a informação de onde ele se encontrava foi até o local e foi recebida a bala pelo acusado, conseguindo fugir do local. Assim mesmo Luiz Fernando continuou cometendo crimes como vinha fazendo bem antes de completar 18 anos. Informações não oficiais dão conta de que só na Comarca de Campo Erê ele possuía aproximadamente 44 processos que vinham da adolescência e depois de completar a maioridade.
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Para a policia, ela continua sendo considerada desaparecida, mas após um ano e sem nenhum contato da menina com familiares e as informações todas checadas é difícil ter acreditar na possibilidade de localizá-la com vida.
A esperança para se ter um desfecho do caso é a ajuda da população com informações através do telefone 197, a ligação não é identificada e nem a pessoa é questionada sobre a sua identidade, para denunciar a possível localização de Jheniffer.
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