Lisete - Coordenadora do SINTRAF, agricultura familiar na pior
Entidades ligadas a agricultura preparam uma mobilização em desagravo aos governos do estado e federal em função da demora dos repasses dos recursos para o auxilio da estiagem.
As promessas de que os convênios seriam agilizados até o presente momento nada de concreto foi feito disse ontem a coordenadora do SINTRAF de Campo Erê Lizete Bernardi.
Segundo ela na próxima semana o SINTRAF–Sul iniciará um movimento para que as ações já prometidas sejam cumpridas e a elaboração de outras reivindicações. A proposta do governo na renegociação da divida para a agricultura familiar, não é boa para os agricultores. Renegociando as dividas o agricultor tem seu nome liberado para novos financiamentos, mas a capacidade de endividamento compromete os planos de investimentos como a construção de cisternas.
Agricultores que não conseguem quitar seus compromissos em virtude da estiagem como que vão fazer os investimentos e se endividar ainda mais. A pauta de reivindicações esta sendo preparada e o movimento deve coincidir com a ida dos prefeitos dos municípios atingidos a Brasília que também devem fazer pressão para a liberação dos recursos.
Lizete disse ainda que a maneira que o governo esta agindo para com a agricultura familiar, somente os bancos serão beneficiados, pois com a negociação das dividas não terão inadimplência e os agricultores continuarão endividados.
As promessas de que os convênios seriam agilizados até o presente momento nada de concreto foi feito disse ontem a coordenadora do SINTRAF de Campo Erê Lizete Bernardi.
Segundo ela na próxima semana o SINTRAF–Sul iniciará um movimento para que as ações já prometidas sejam cumpridas e a elaboração de outras reivindicações. A proposta do governo na renegociação da divida para a agricultura familiar, não é boa para os agricultores. Renegociando as dividas o agricultor tem seu nome liberado para novos financiamentos, mas a capacidade de endividamento compromete os planos de investimentos como a construção de cisternas.
Agricultores que não conseguem quitar seus compromissos em virtude da estiagem como que vão fazer os investimentos e se endividar ainda mais. A pauta de reivindicações esta sendo preparada e o movimento deve coincidir com a ida dos prefeitos dos municípios atingidos a Brasília que também devem fazer pressão para a liberação dos recursos.
Lizete disse ainda que a maneira que o governo esta agindo para com a agricultura familiar, somente os bancos serão beneficiados, pois com a negociação das dividas não terão inadimplência e os agricultores continuarão endividados.