Professores reuniram-se na Câmara de vvereadores. Foto: www.campoere_1.com
Os Professores da Rede Estadual de Ensino do Município de Campo Erê reuniram-se nesta manhã, na Câmara Municipal de Vereadores, para ler e analisar a proposta apresentada ontem pela Secretaria Estadual de Educação ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE).
Mais uma vez a categoria sente-se indignada com a proposta apresentada, a qual desvaloriza o profissional habilitado, equiparando os salários com os profissionais não habilitados (nível médio). Representantes dos professores do município de Campo Erê estão na capital catarinense participando da reunião estadual promovida pelo SINTE.
Em nível de estado a direção executiva do SINTE diz que a proposta do governo é uma afronta aos direitos dos trabalhadores em educação do estado de SC pois desrespeita a lei do piso, o quadro de carreira e principalmente os acordos da greve de 2011.
A categoria analisa hoje a proposta em assembléia, a proposta salarial apresentada ontem pelo governo que propõe pagar os R$ 1.451 valor após o reajuste de 22,22%, para os cerca de 30 mil docentes que ainda não recebem esse valor no salário-base. Aos outros 30 mil professores, o governo se comprometeu a repassar o mesmo percentual de aumento, parcelado nos próximos dois anos.
O secretário da Educação, Eduardo Deschamps, admite que a proposta não é a ideal, porque achata ainda mais o plano de carreira do magistério, que já foi alterado no ano passado. Isso significa que as diferenças salariais entre os níveis de formação médio, graduado e doutorado vão ficando menores, porque o aumento é dado principalmente aos profissionais com menor qualificação. Enquanto um professor de nível médio passa a receber R$ 1.451 no vencimento, nesta proposta, um licenciado continua ganhando R$ 1.545.
Mais uma vez a categoria sente-se indignada com a proposta apresentada, a qual desvaloriza o profissional habilitado, equiparando os salários com os profissionais não habilitados (nível médio). Representantes dos professores do município de Campo Erê estão na capital catarinense participando da reunião estadual promovida pelo SINTE.
Em nível de estado a direção executiva do SINTE diz que a proposta do governo é uma afronta aos direitos dos trabalhadores em educação do estado de SC pois desrespeita a lei do piso, o quadro de carreira e principalmente os acordos da greve de 2011.
A categoria analisa hoje a proposta em assembléia, a proposta salarial apresentada ontem pelo governo que propõe pagar os R$ 1.451 valor após o reajuste de 22,22%, para os cerca de 30 mil docentes que ainda não recebem esse valor no salário-base. Aos outros 30 mil professores, o governo se comprometeu a repassar o mesmo percentual de aumento, parcelado nos próximos dois anos.
O secretário da Educação, Eduardo Deschamps, admite que a proposta não é a ideal, porque achata ainda mais o plano de carreira do magistério, que já foi alterado no ano passado. Isso significa que as diferenças salariais entre os níveis de formação médio, graduado e doutorado vão ficando menores, porque o aumento é dado principalmente aos profissionais com menor qualificação. Enquanto um professor de nível médio passa a receber R$ 1.451 no vencimento, nesta proposta, um licenciado continua ganhando R$ 1.545.