Mario usava outro nome, mas em Campo Erê não deu certo foi preso. Foto RG: www.campoere_1.com
Por volta das 18hs10min de ontem (30), a Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar de Campo Erê, prendeu Mario Kennedy Bitencourt, 51 anos de idade que foi condenado pela justiça de Uberlândia MG, no ano de 1994, há 19 anos e 6 meses pela morte de uma criança.
Mario estava foragido da justiça há 18 anos, depois de ter ficado preso por seis meses, e desde então usava o nome de Carlos Santos Costa, ele falsificou carteira de identidade ainda em Uberlândia e mais tarde tirou titulo eleitoral e cpf na cidade de Embú das Artes SP, onde residiu por vários anos. Há seis meses, Mario se mudou para Campo Erê, onde era conhecido pela alcunha de Dunga e trabalhava como pintor e eletricista, sem levantar suspeitas.
O setor de investigações e capturas (SIC) da polícia civil monitorava Mario desde quinta-feira, dia 29, quando recebeu a informação da possibilidade de ele estar morando em Campo Erê. Os agentes do SIC então iniciaram as investigações e depois da confirmação da vigência do mandado de prisão junto à justiça mineira, passou a levantar dados, como endereço, local de trabalho, contatos de Mario e no final da sexta-feira efetuou sua prisão quando conversava com um amigo, próximo ao fórum da comarca.
Ao ser indagado pelos agentes da polícia civil que efetuaram a prisão sobre seu nome, ele disse chamar-se Carlos Santos Costa, e que residia próximo ao campo municipal. Diante destas informações, o policial teve a confirmação de que Carlos na verdade era Mario, já que estas informações haviam sido exaustivamente confirmadas pela equipe do SIC, durante as investigações. Mário então foi preso e acabou por admitir que era o procurado pela justiça mineira. Quanto ao crime, Mario contou que foi condenado por homicídio contra uma criança, porém não quis dar detalhes. Informações preliminares dão conta de que Mario estuprou e assassinou uma criança na cidade de Uberlândia na década de 90.
Após os procedimentos na delegacia de Campo Erê, foi conduzido a penitenciária agrícola de Chapecó, de onde será recambiado ao estado de Minas Gerais para cumprimento do restante da pena, ou seja, 19 anos em regime fechado.
Mario estava foragido da justiça há 18 anos, depois de ter ficado preso por seis meses, e desde então usava o nome de Carlos Santos Costa, ele falsificou carteira de identidade ainda em Uberlândia e mais tarde tirou titulo eleitoral e cpf na cidade de Embú das Artes SP, onde residiu por vários anos. Há seis meses, Mario se mudou para Campo Erê, onde era conhecido pela alcunha de Dunga e trabalhava como pintor e eletricista, sem levantar suspeitas.
O setor de investigações e capturas (SIC) da polícia civil monitorava Mario desde quinta-feira, dia 29, quando recebeu a informação da possibilidade de ele estar morando em Campo Erê. Os agentes do SIC então iniciaram as investigações e depois da confirmação da vigência do mandado de prisão junto à justiça mineira, passou a levantar dados, como endereço, local de trabalho, contatos de Mario e no final da sexta-feira efetuou sua prisão quando conversava com um amigo, próximo ao fórum da comarca.
Ao ser indagado pelos agentes da polícia civil que efetuaram a prisão sobre seu nome, ele disse chamar-se Carlos Santos Costa, e que residia próximo ao campo municipal. Diante destas informações, o policial teve a confirmação de que Carlos na verdade era Mario, já que estas informações haviam sido exaustivamente confirmadas pela equipe do SIC, durante as investigações. Mário então foi preso e acabou por admitir que era o procurado pela justiça mineira. Quanto ao crime, Mario contou que foi condenado por homicídio contra uma criança, porém não quis dar detalhes. Informações preliminares dão conta de que Mario estuprou e assassinou uma criança na cidade de Uberlândia na década de 90.
Após os procedimentos na delegacia de Campo Erê, foi conduzido a penitenciária agrícola de Chapecó, de onde será recambiado ao estado de Minas Gerais para cumprimento do restante da pena, ou seja, 19 anos em regime fechado.