Video monitoramento, já solicitado. Video monitoramento, já solicitado.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) inaugura até o final do mês de junho, mais 37 centrais de videomonitoramento que vão auxiliar as polícias no combate ao crime.

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Nesta primeira fase, serão contempladas 20 cidades já conveniadas com a SSP. A partir de julho até setembro, a previsão é de que outros 17 municípios recebam os equipamentos de segurança. Com a ampliação do sistema, Santa Catarina contará com 54 cidades atendidas por câmeras de vigilância. Hoje são 647 câmeras em funcionamento e outras 428 em processo de instalação.

A ampliação do sistema refere-se a segunda etapa do projeto O Bem-Te Vi – Segurança por Videomonitoramento, que prevê investimentos de R$ 7 milhões para instalação dos novos equipamentos e reestruturação das centrais de monitoramento. Nesta segunda etapa, o objetivo é estender o sistema para as cidades de médio e pequeno porte.
Para o secretário César Grubba, o sistema de videomonitoramento caracteriza-se como um meio eficaz para prevenção, repressão e investigação dos delitos. “O sistema funciona como uma importante ferramenta de apoio ao policiamento, que agrega tecnologia e modernidade."

Uma das novidades do novo sistema é que permitirá um trabalho com foco na investigação policial, uma vez que as imagens serão compartilhadas com as delegacias de polícia. No total, serão instaladas 393 câmeras em vigilância nas 37 cidades que serão atendidas. Os equipamentos serão colocados em bairros de maior movimentação e que concentram operações comerciais. Todo o monitoramento será feito a partir das centrais de videomonitoramento que funcionarão nas cidades-sedes.

Estatísticas mostram uma redução criminal em áreas monitoradas. As câmeras flagram principalmente delitos contra o patrimônio e consumo de drogas, e auxiliam a polícia na identificação de pessoas suspeitas. Para o coordenador do Sistema de Videomonitoramento Urbano da SSP, tenente-coronel Vânio Luiz Dalmarco, além de aumentar a sensação de segurança na região monitorada, os equipamentos contribuem para inibir a ação de criminosos.

Os R$ 7 milhões garantidos para a implantação do projeto serão custeados pelo Governo do Estado (R$ 4 milhões) e a contrapartida das prefeituras (R$ 3 milhões). Os recursos serão aplicados na aquisição de câmeras, serviços para transmissão de imagens e manutenção dos equipamentos.

Os investimentos, ou melhor, o dinheiro esta a disposição e a região oeste ainda não esta na lista. Campo Erê já apresentou solicitação em duas oportunidades, uma delas na audiência publica realizada no dia 6 de setembro de 2011 e outra na audiência publica regional realizada pela Assembleia Legislativa em São Miguel do Oeste.
Cabe agora as autoridades locais encontrar os mecanismos para que em especial a cidade de Campo Erê, bem como as outras da Comarca, não fique de fora desses investimentos.

Entregue dossiê sobre segurança publica da Comarca de Campo Erê



Comarca é a única a entregar reivindicações em audiência publica regional