Eram 17 horas o céu escureceu anunciando a chuva que durou quase 24 horas
A chuva que após 25 dias sem aparecer na região oeste de Santa Catarina apareceu de bom tamanho. Foram aproximadamente 120 milímetros em quase 24 horas. Apesar de no inicio o tempo ter assustado os moradores de Campo Erê com a escuridão precoce e na madrugada por volta das 5:30 horas dar uma pequena chuva de granizo a distribuição foi ótima para todos os setores produtivos.
Para o abastecimento de água que já estava se tornando escassa, para a produção de leite em suas pastagens e também para os produtores rurais especialmente os de soja que vinham amargando uma perda considerável na colheita.
A chuva serve para “emparelhar” a soja para a colheita e também manter uma umidade uniforme o que não estava ocorrendo. Além disso, havia lavouras sendo colhidas com produtos abaixo de 10% de umidade o que representa uma perda de até 6%, sem contar os prejuízos que a ferrugem vem causando nos últimos anos na produção.
O milho também um dos principais produtos cultivados e com maior produtividade por hectare de SC esta praticamente colhido e a soja em torno de 40% das lavouras foram ceifadas.
A aplicação de tecnologias especifica para cada cultivar fez com que Campo Erê obtivesse um recorde de produtividade neste ano, mas a preocupação dos produtores daqui em diante estão voltadas para outro setor, o dos preços.
Segundo o produtor Heibert Sand a boa safra traz pela frente, novamente a preocupação com a venda dos produtos. Os preços praticados pelos compradores estão abaixo de qualquer expectativa. Segundo ele a soja deve se encaminhar para um preço abaixo de R$ 30,00 o que não condiz com o valor aplicado para a produção. O milho também teve seus preços em baixa e o produtor que tiver eu honrar seus compromissos terá uma perda pela pratica da tal de oferta no mercado.
A boa safra mostra que o produtor se adequou aos modelos mais produtivos do país, mas em compensação os preços não acompanham os investimentos tecnológicos dos produtores que em vários anos tem tido esse indigesto trauma dos preços de seus produtos.
Para o abastecimento de água que já estava se tornando escassa, para a produção de leite em suas pastagens e também para os produtores rurais especialmente os de soja que vinham amargando uma perda considerável na colheita.
A chuva serve para “emparelhar” a soja para a colheita e também manter uma umidade uniforme o que não estava ocorrendo. Além disso, havia lavouras sendo colhidas com produtos abaixo de 10% de umidade o que representa uma perda de até 6%, sem contar os prejuízos que a ferrugem vem causando nos últimos anos na produção.
O milho também um dos principais produtos cultivados e com maior produtividade por hectare de SC esta praticamente colhido e a soja em torno de 40% das lavouras foram ceifadas.
A aplicação de tecnologias especifica para cada cultivar fez com que Campo Erê obtivesse um recorde de produtividade neste ano, mas a preocupação dos produtores daqui em diante estão voltadas para outro setor, o dos preços.
Segundo o produtor Heibert Sand a boa safra traz pela frente, novamente a preocupação com a venda dos produtos. Os preços praticados pelos compradores estão abaixo de qualquer expectativa. Segundo ele a soja deve se encaminhar para um preço abaixo de R$ 30,00 o que não condiz com o valor aplicado para a produção. O milho também teve seus preços em baixa e o produtor que tiver eu honrar seus compromissos terá uma perda pela pratica da tal de oferta no mercado.
A boa safra mostra que o produtor se adequou aos modelos mais produtivos do país, mas em compensação os preços não acompanham os investimentos tecnológicos dos produtores que em vários anos tem tido esse indigesto trauma dos preços de seus produtos.