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Ontem, o governador Raimundo Colombo anunciou que o projeto do mínimo regional será encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) em regime de urgência.
O anúncio foi feito após receber o documento dos representantes dos empregadores e dos trabalhadores de Santa Catarina, com valores acordados entre as classes, na presença do secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa. “Estamos comemorando. Assim fica fácil para o governo, que apenas precisa encaminhar o que foi definido”, destacou Colombo.
O acordo para os valores das quatro faixas salariais do mínimo estadual foi fechado no último dia 15, em reunião na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - Fiesc. Os percentuais ficaram entre 9,28% e 9,37%, elevando os valores a serem praticados neste ano para R$ 765 (1ª faixa), R$ 793 (2ª faixa), R$ 835 (3ª faixa) e R$ 875 (4ª faixa). A atualização será retroativa ao mês de janeiro de 2013, a partir do momento em que a proposta for aprovada pela Assembleia.
Para o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, este é o terceiro ano em que as representações de empregadores e trabalhadores fecham o acordo e trazem esse resultado para que seja ratificado pelo governo e pela Assembleia. “Trabalhadores e empregadores querem o crescimento de nossa economia, não como um fim em si, mas para a melhoria da qualidade de vida dos catarinenses”, afirmou. “Apesar do ano difícil na economia, em 2012 foram criados 95 mil empregos no Estado, dos quais 90 mil no setor privado.”
“Com esse diálogo, ganham todos. Não é fácil alcançar esse entendimento. É muito boa essa maturidade e responsabilidade”, disse Colombo. “Estamos comemorando. Assim fica fácil para o governo, que apenas precisará encaminhar o que foi definido”, destacou.
O projeto poderá ser encaminhado nos primeiros dias de trabalho do legislativo previsto para a primeira quinzena de fevereiro. Os trabalhos na Alesc iniciam após a abertura da 1ª sessão ordinária, em 5 de fevereiro, com a leitura da mensagem do governador.
Veja as faixas salariais
Primeira faixa:
- agricultura e pecuária;
- indústrias extrativas e beneficiamento;
- empresas de pesca e aquicultura;
- empregados domésticos;
- indústrias da construção civil;
- indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
- estabelecimentos hípicos; e
- empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.
Segunda faixa:
- indústrias do vestuário e calçado;
- indústrias de fiação e tecelagem;
- indústrias de artefatos de couro;
- indústrias do papel, papelão e cortiça;
- empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
- empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
- empregados em estabelecimentos de serviços de saúde;
- empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
- indústrias do mobiliário.
Terceira faixa:
- indústrias químicas e farmacêuticas;
- indústrias cinematográficas;
- indústrias da alimentação;
- empregados no comércio em geral; e
- empregados de agentes autônomos do comércio.
Quarta faixa:
- indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
- indústrias gráficas;
- indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;
- indústrias de artefatos de borracha;
- empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;
- edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;
- indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
- auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
- empregados em estabelecimento de cultura;
- empregados em processamento de dados; e
- empregados motoristas do transporte em geral.
O anúncio foi feito após receber o documento dos representantes dos empregadores e dos trabalhadores de Santa Catarina, com valores acordados entre as classes, na presença do secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa. “Estamos comemorando. Assim fica fácil para o governo, que apenas precisa encaminhar o que foi definido”, destacou Colombo.
O acordo para os valores das quatro faixas salariais do mínimo estadual foi fechado no último dia 15, em reunião na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - Fiesc. Os percentuais ficaram entre 9,28% e 9,37%, elevando os valores a serem praticados neste ano para R$ 765 (1ª faixa), R$ 793 (2ª faixa), R$ 835 (3ª faixa) e R$ 875 (4ª faixa). A atualização será retroativa ao mês de janeiro de 2013, a partir do momento em que a proposta for aprovada pela Assembleia.
Para o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, este é o terceiro ano em que as representações de empregadores e trabalhadores fecham o acordo e trazem esse resultado para que seja ratificado pelo governo e pela Assembleia. “Trabalhadores e empregadores querem o crescimento de nossa economia, não como um fim em si, mas para a melhoria da qualidade de vida dos catarinenses”, afirmou. “Apesar do ano difícil na economia, em 2012 foram criados 95 mil empregos no Estado, dos quais 90 mil no setor privado.”
“Com esse diálogo, ganham todos. Não é fácil alcançar esse entendimento. É muito boa essa maturidade e responsabilidade”, disse Colombo. “Estamos comemorando. Assim fica fácil para o governo, que apenas precisará encaminhar o que foi definido”, destacou.
O projeto poderá ser encaminhado nos primeiros dias de trabalho do legislativo previsto para a primeira quinzena de fevereiro. Os trabalhos na Alesc iniciam após a abertura da 1ª sessão ordinária, em 5 de fevereiro, com a leitura da mensagem do governador.
Veja as faixas salariais
Primeira faixa:
- agricultura e pecuária;
- indústrias extrativas e beneficiamento;
- empresas de pesca e aquicultura;
- empregados domésticos;
- indústrias da construção civil;
- indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
- estabelecimentos hípicos; e
- empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.
Segunda faixa:
- indústrias do vestuário e calçado;
- indústrias de fiação e tecelagem;
- indústrias de artefatos de couro;
- indústrias do papel, papelão e cortiça;
- empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
- empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
- empregados em estabelecimentos de serviços de saúde;
- empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
- indústrias do mobiliário.
Terceira faixa:
- indústrias químicas e farmacêuticas;
- indústrias cinematográficas;
- indústrias da alimentação;
- empregados no comércio em geral; e
- empregados de agentes autônomos do comércio.
Quarta faixa:
- indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
- indústrias gráficas;
- indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;
- indústrias de artefatos de borracha;
- empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;
- edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;
- indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
- auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
- empregados em estabelecimento de cultura;
- empregados em processamento de dados; e
- empregados motoristas do transporte em geral.