Fórum de Dionísio Cerqueira Foto: divulgação
O fato aconteceu na ultima sexta feira (14) na Comarca de Dionísio Cerqueira, quando o tribunal do júri estava reunido para julgar Elias Lisboa e Alan Medeiros acusados de homicídio qualificado.
O julgamento que começou as 9 horas no auditório da Câmara Municipal de Vereadores de Dionísio Cerqueira SC, teve seu conselho de sentença dissolvido e os réus libertados por quebra de incomunicabilidade de um dos jurados.
Enquanto estavam sendo tomados os depoimentos um dos jurados escreveu um bilhete: “ele tem amnésia”, referindo-se ao réu Elias e mostrou a outros jurados. O advogado de defesa Adilson Raimundi percebeu a atitude e pediu a dissolvição do julgamento.
Após debates entre o promotor João Luiz de Carvalho Botega e a juíza Vanessa Bonetti Haupenthal o procedimento foi aceito pela Juíza e o julgamento cancelado.
O jurado que provocou a dissolvição do júri a principio vai ser excluído do quadro de jurados e pode ser penalizado pelo ato. O julgamento dos acusados terá outra data a ser marcada pela Juíza.
Os acusados que estavam presos e foram postos em liberdade, no momento da decisão de dissolver o júri. Eles são acusados de no dia 15 de setembro de 2012 por volta das 22hs30min no bairro Três Fronteiras de Dionísio Cerqueira assassinar com 4 facadas Mário Braz Galvão. Além de Elias e Alan são acusados do mesmo crime outras três pessoas, João Geri Fabonato, Josias Bueno e um menor de idade que logo após o crime, João, Josias, Alan e um menor chutaram o corpo da vitima, fugindo em seguida.
O julgamento que começou as 9 horas no auditório da Câmara Municipal de Vereadores de Dionísio Cerqueira SC, teve seu conselho de sentença dissolvido e os réus libertados por quebra de incomunicabilidade de um dos jurados.
Enquanto estavam sendo tomados os depoimentos um dos jurados escreveu um bilhete: “ele tem amnésia”, referindo-se ao réu Elias e mostrou a outros jurados. O advogado de defesa Adilson Raimundi percebeu a atitude e pediu a dissolvição do julgamento.
Após debates entre o promotor João Luiz de Carvalho Botega e a juíza Vanessa Bonetti Haupenthal o procedimento foi aceito pela Juíza e o julgamento cancelado.
O jurado que provocou a dissolvição do júri a principio vai ser excluído do quadro de jurados e pode ser penalizado pelo ato. O julgamento dos acusados terá outra data a ser marcada pela Juíza.
Os acusados que estavam presos e foram postos em liberdade, no momento da decisão de dissolver o júri. Eles são acusados de no dia 15 de setembro de 2012 por volta das 22hs30min no bairro Três Fronteiras de Dionísio Cerqueira assassinar com 4 facadas Mário Braz Galvão. Além de Elias e Alan são acusados do mesmo crime outras três pessoas, João Geri Fabonato, Josias Bueno e um menor de idade que logo após o crime, João, Josias, Alan e um menor chutaram o corpo da vitima, fugindo em seguida.