150 pessoas ouviram a história de Dona Lilli
Certamente deveria. Mas hoje muitas pessoas reclamam da vida, esperam que alguém vá a seu encontro e os ajude. O interesse para a realização de tarefas simples desde a sua higiene pessoal, até os raedores da residência, da rua ou seja lá qualquer tipo de atividade. Isso falamos de pessoas normais, não daquelas que por uma fatalidade tiveram algum dos seus membros mutilados.
Você já se imagino sem os dois braços por exemplo?
Você Trabalharia de empregada domestica?
Faria os serviços de sua casa, lavar roupa, louça, fazer as refeições, ou até desarmar uma pessoa com um revolver em punho?
Para uma senhora de 73 anos de idade mãe de 3 filhos isso não atrapalha em nada.
Lili Zwetsch não tinha em 7 anos quando brincava nos arredores de um engenho teve seus dois braços mutilados. O socorro foi demorado, mas sua vida foi preservada.
A partir daí teve o instinto que não precisava de ajuda de ninguém e pra nada. Desde a ajuda financeira até o próprio banho, a única coisa que não consegue fazer sozinha é amarrar o cabelo que alias a sua vaidade quer que sempre estejam longos.
Para as 150 pessoas que assistiram na noite de ontem na ACICE a historia de vida dessa senhora, relatando os fatos que lhe permitem que ate hoje apesar da idade, continua como uma pessoa que não requer muita ajuda para suas necessidades diárias, a vida deve ser vivida e cada um buscar seus objetivos, com Deus no coração que é o único protetor divino relata Lilli.
Ao final Dona Lilli autografou livros para que todos os presentes pudesses ver como ela faz para escrever com os pés, e a ACICE fez um sorteio de prêmios em homenagem ao dia das mães. (veja as fotos)