Gerente regional de Saúde, Maria da Graça Nomura
Capacitação foi realizada em virtude da localização geográfica de nossa região (fronteira) e pelo número de casos confirmados de gripe A
A convite da Gerência Regional de Saúde de São Lourenço do Oeste, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), representada pelo médico infectologista Fabio Gaudenzi e por uma equipe de enfermagem, esteve em São Lourenço do Oeste na segunda-feira (16), ministrando uma capacitação aos profissionais de Saúde da microrregião de São Lourenço.
Participaram da capacitação, corpo clínico e chefes de enfermagem dos hospitais, médicos, enfermeiras e responsáveis pelo setor de vigilância epidemiológica da região.
De acordo com Luis Antonio Silva, diretor da Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, o período crítico das doenças respiratórias se aproxima, sendo que no mês de agosto e início de setembro, deverá haver o ápice da transmissão. Considerando então o número de casos de Influenza H1N1 identificados no estado do Paraná, com mais de 16.500 casos confirmados e 16 óbitos, bem como a confirmação de oito casos em São Lourenço do Oeste, a necessidade de uma capacitação é significativa.
Segundo a gerente regional de Saúde, Maria da Graça Nomura, o encontro serviu para troca de informações entre a região e a Vigilância Epidemiológica Estadual objetivando uma padronização de protocolos para que as informações sigam sempre o mesmo processo e não haja discordâncias de informações entre a realidade regional e o que consta no que é repassado à Secretaria de Estado da Saúde.
A convite da Gerência Regional de Saúde de São Lourenço do Oeste, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), representada pelo médico infectologista Fabio Gaudenzi e por uma equipe de enfermagem, esteve em São Lourenço do Oeste na segunda-feira (16), ministrando uma capacitação aos profissionais de Saúde da microrregião de São Lourenço.
Participaram da capacitação, corpo clínico e chefes de enfermagem dos hospitais, médicos, enfermeiras e responsáveis pelo setor de vigilância epidemiológica da região.
De acordo com Luis Antonio Silva, diretor da Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, o período crítico das doenças respiratórias se aproxima, sendo que no mês de agosto e início de setembro, deverá haver o ápice da transmissão. Considerando então o número de casos de Influenza H1N1 identificados no estado do Paraná, com mais de 16.500 casos confirmados e 16 óbitos, bem como a confirmação de oito casos em São Lourenço do Oeste, a necessidade de uma capacitação é significativa.
Segundo a gerente regional de Saúde, Maria da Graça Nomura, o encontro serviu para troca de informações entre a região e a Vigilância Epidemiológica Estadual objetivando uma padronização de protocolos para que as informações sigam sempre o mesmo processo e não haja discordâncias de informações entre a realidade regional e o que consta no que é repassado à Secretaria de Estado da Saúde.