A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) divulgou o segundo boletim do ano sobre a situação da dengue, febre chikungunya e zika vírus no estado.

Os dados são referentes à Semana Epidemiológica de 1º a 14 de janeiro de 2017.

No período de 1 a 14 de janeiro 2017 foram notificados 182 casos suspeitos de dengue em Santa Catarina. Desses, 54 (30%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 128 (70%) casos suspeitos estão em investigação pelos municípios.

Os casos foram notificados nos municípios de: Agronômica, Anchieta, Araranguá, Balneário Camboriú, Bandeirante, Biguaçu, Blumenau, Bombinhas, Brusque, Caçador, Camboriú, Campo Erê, Canelinha, Canoinhas, Chapecó, Cocal do Sul, Coronel Freitas, Florianópolis, Galvão, Garuva, Guaraciaba, Guaramirim, Ibirama, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Mafra, Mondaí, Palhoça, Pinhalzinho, Pomerode, Rio Negrinho, São Bento do Sul, São Domingos, São José, São José do Cedro, São Lourenço do Oeste, São Ludgero, São Miguel do Oeste, Tijucas, Timbó, Timbó Grande, Tubarão, Vargem, Xanxerê e Xaxim.

Comparação de casos notificados, autóctones e focos em 2016 e 2017:

Em Santa Catarina, no ano de 2017, o número de casos suspeitos de dengue notificados (182 casos) está abaixo do registrado no mesmo período em 2016 (601 casos)

Em relação aos focos do mosquito Aedes aegypti, em 2017, foram identificados 385 focos, em 60 municípios. Neste mesmo período, em 2016, tinham sido identificados 481 focos em 56 município

Atualmente há 51 municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti: Águas de Chapecó, Anchieta, Balneário Camboriú, Bandeirante, Bom Jesus, Caçador, Camboriú, Campo Erê, Catanduvas, Chapecó, Coronel Freitas, Coronel Martins, Cunha Porã, Descanso, Florianópolis, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Itajaí, Itapema, Itapiranga, Ipuaçu, Joinville, Jupiá, Maravilha, Modelo, Nova Erechim, Nova Itaberaba, Novo Horizonte, Palma Sola, Palmitos, Passo de Torres, Pinhalzinho, Planalto Alegre, Princesa, Porto União, Quilombo, São Bernardino, São Carlos, São Domingos, São José, São José do Cedro, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Santo Amaro da Imperatriz, Saudades, Seara, Serra Alta, Sul Brasil, União do Oeste, Xanxerê e Xaxim (Figura 3). Em comparação ao boletim n° 2/2017 houve a inclusão dos municípios de Águas de Chapecó e Bandeirante. O município de Cordilheira Alta deixou de ser infestado, tendo em vista que na localidade Centro, não houve a detecção do Aedes aegypti ao longo de 12 meses.

A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.