Na ultima semana o Centro de Apoio Operacional de Combate aos
Crimes Contra o Agronegócio (CAOAGRO), juntamente com o Ponto Focal do CAOAGRO
de São Lourenço do Oeste, a Polícia Civil de Jardinópolis e veterinários da
CIDASC de Jupiá, realizou fiscalização em propriedade rural no interior de
Coronel Martins.
A equipe vistoriou o rebanho bovino e identificou
incompatibilidades sanitárias: ausência de comprovação de origem dos animais;
ausência de brincos de identificação; brincagem incompatível com o banco de
dados; divergência da quantidade de animais com o cadastro; e, trânsito
irregular de bovinos entre as propriedades (ausência de GTA).
O proprietário foi notificado administrativamente para
adequar-se às normas sanitárias.
O processo de “brincagem” é fundamental para o monitoramento
do rebanho catarinense, especialmente porque possibilita que o animal tenha suas reais condições de saúde
expostas.
Trata-se de uma ação de prevenção contra doenças que podem
afetar o status sanitário do Estado. Funciona assim: todo o bovino ou bubalino
que nasce no estado deve ser identificado com dois brincos. Isso deve acontecer
até o sexto mês de vida desse animal. Isso torna possível rastrear o bovino e
identificar qualquer provável clandestinidade.
Com a identificação do animal é possível saber de qual
município ele vem, seu produtor, sua idade, sexo e até mesmo quem foi sua mãe.
Todas essas informações ficam armazenadas no sistema da Cidasc e, a partir
delas, é possível chegar também a registros sobre atendimentos veterinários,
medicações e exames que o gado fez.
Santa Catarina é certificado pela Organização Mundial de Saúde Animal como estado livre de febre aftosa, sem vacinação.
O status de
sanidade animal do Estado de Santa Catarina é um diferencial e um fator
competitivo para a agropecuária local.
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