Foto: Arquivo/campoere.com
Nesta semana, completam-se 35 anos da morte do cantor e compositor Gonzaguinha, um dos grandes nomes da música popular brasileira. A data relembra o trágico acidente ocorrido no dia 29 de abril de 1991, no município de Marmeleiro.
Na noite anterior, 28 de abril, o artista havia realizado seu último show no Clube Pinheiros, em Pato Branco. Já na manhã seguinte, seguia viagem pela rodovia PR-280 com destino a Foz do Iguaçu, de onde embarcaria para Florianópolis para cumprir novos compromissos profissionais.
Durante o trajeto, o Chevrolet Monza em que estava colidiu com uma camionete F-4000, com placas de Joaçaba. Com o impacto, Gonzaguinha sofreu traumatismo craniano grave. Ele foi socorrido e encaminhado à Policlínica São Francisco de Paula, em Francisco Beltrão, mas já chegou ao local sem vida.
O corpo do artista foi posteriormente transladado a partir do aeroporto municipal de Pato Branco para Belo Horizonte, onde recebeu as últimas homenagens de familiares, amigos e fãs.
No veículo também estavam Renato Manoel Duarte, empresário, e Aristides Pereira da Silva, produtor, que ficaram gravemente feridos. Na época, não houve divulgação detalhada sobre o estado de saúde deles após o acidente. Segundo informações apuradas, a camionete envolvida era conduzida por um ex-morador de Campo Erê, cuja identidade não foi revelada.
Três décadas e meia depois, a memória de Gonzaguinha segue viva através de sua obra e de sua forte contribuição à música brasileira, marcada por letras intensas e engajadas que continuam a emocionar diferentes gerações.
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