Clube esclareceu que atleta citado em reportagem não tem relação com a operação e segue treinando normalmente no CT Gralha Azul

 

Uma operação policial desencadeada na manhã desta segunda-feira, no Rio de Janeiro, investiga um possível envolvimento de jogadores de futebol com o tráfico de drogas.

 

Durante a repercussão da operação, o portal G1 publicou uma informação apontando que três atletas teriam sido alvo de mandados de busca e apreensão. Entre os nomes citados, estaria um atacante do Azuriz, ex-jogador do Santos.

 

A reportagem também informou que o atleta teria reagido a uma abordagem policial em São Paulo e acabou sendo preso em flagrante pelos crimes de desacato e resistência.

 

No entanto, a informação envolvendo o jogador do Azuriz foi posteriormente contestada pelo próprio clube. Assim que tomou conhecimento da notícia, o Azuriz Futebol Clube emitiu uma nota esclarecendo que o atleta da equipe não tem qualquer envolvimento com a operação policial mencionada.

 

Segundo o clube, o jogador segue normalmente sua rotina profissional e está treinando com o restante do elenco no CT Gralha Azul.

 

O caso gerou repercussão entre torcedores e no meio esportivo, principalmente pela associação equivocada do nome do atleta do Azuriz à investigação policial.

 

O clube reforçou que o jogador permanece integrado normalmente às atividades da equipe

Mais tarde o G1 informou seu erro com a seguinte nota:

  (CORREÇÃO: o g1 errou ao informar no começo da manhã que Renyer Oliveira, do Azuriz, de Pato Branco (PR), havia sido preso. Na verdade, o jogador envolvido é Hayner William Monjardim Cordeiro, do Vila Nova, de Goiás. A informação foi corrigida às 11h45.)

 

 NOTA OFICIAL — AZURIZ FUTEBOL CLUBE

Em razão de notícias amplamente veiculadas nesta segunda-feira (31), o Azuriz Futebol Clube esclarece que o atleta Renyer Luan de Oliveira Damasceno não foi alvo da operação deflagrada na manhã de hoje.

O atleta se encontra no Centro de Treinamento do clube, treinando normalmente com o elenco.

O clube ressalta que eventual similaridade de nomes não dispensa a checagem dos fatos antes da publicação. A veiculação de informação não apurada serve de lastro para a reprodução em cadeia de outras notas igualmente equivocadas, ampliando os danos à imagem do atleta e da instituição.

O Azuriz respeita o trabalho das autoridades competentes e permanece à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários.