Júri condenou réu a 3 anos e 7 meses. Foto: www.campoere_1.com
O MP denunciou Dirceu Farias 40 anos, pela pratica do crime de tentativa de homicídio qualificado em razão de tentar matar seu irmão Damásio de Jesus Farias Prestes no dia 24 de janeiro de 2006, por volta das 13h e 30min, próximo ao Beija Flor Clube de Campo.
Segundo a denuncia Dirceu telefonou para Damásio dizendo que era o filho da vitima que estava com saudades e que queria conversar. Ao chegar no local houve discussão e Dirceu atirou com uma revolver que não foi apreendido 3 vezes e um dos tiros acertou na cabeça da vitima que foi socorrido por outras pessoas do clube.
No seu depoimento na manhã de ontem Dirceu disse que reside em Biguaçu SC e que na época veio pra Campo Erê em virtude de sua mãe estar sofrendo agressões e até estupro de Damásio. Ele disse que trabalha de segurança e que possuiu todos os requisitos de utilização de arma de fogo e que nunca se utilizou de arma a não ser naquele dia e que tinha 5 cartuchos e fez somente 3 disparos. Ele disse ainda que seu irmão ao chegar no local do encontro sacou de uma faca e tentou agredi-lo e que fez os disparos em função da agressão, mas sua intenção era de conversar em função do que ele fazia com sua mãe.
Depois disso, Dirceu viajou a Biguaçu e retornou dias depois para pegar a arma que havia escondido no mato, disse também que nunca mais procurou saber de seu irmão e que nem sabe se ta vivo ou morto e que na época também teve um desentendimento com sua irmã porque ela não cuidava da mãe.
Dirceu foi condenado a 3 anos e 7 meses de prisão, mas ficara no regime aberto por haver o entendimento de a tentativa ser privilegiada em função da vitima ter estuprado sua mãe.
Atuaram no júri de hoje no corpo de jurados 4 homens e 3 mulheres, oficial de justiça o chefe do cartório Gelson Tomiello, o juiz de direito Dr. Andre Bianchi, promotor de justiça substituto Alexandre Estefani de São Miguel do Oeste, na defesa o advogado Dr Adilson Luiz Raimundi além de outros serventuários da justiça e policiais militares.
Segundo a denuncia Dirceu telefonou para Damásio dizendo que era o filho da vitima que estava com saudades e que queria conversar. Ao chegar no local houve discussão e Dirceu atirou com uma revolver que não foi apreendido 3 vezes e um dos tiros acertou na cabeça da vitima que foi socorrido por outras pessoas do clube.
No seu depoimento na manhã de ontem Dirceu disse que reside em Biguaçu SC e que na época veio pra Campo Erê em virtude de sua mãe estar sofrendo agressões e até estupro de Damásio. Ele disse que trabalha de segurança e que possuiu todos os requisitos de utilização de arma de fogo e que nunca se utilizou de arma a não ser naquele dia e que tinha 5 cartuchos e fez somente 3 disparos. Ele disse ainda que seu irmão ao chegar no local do encontro sacou de uma faca e tentou agredi-lo e que fez os disparos em função da agressão, mas sua intenção era de conversar em função do que ele fazia com sua mãe.
Depois disso, Dirceu viajou a Biguaçu e retornou dias depois para pegar a arma que havia escondido no mato, disse também que nunca mais procurou saber de seu irmão e que nem sabe se ta vivo ou morto e que na época também teve um desentendimento com sua irmã porque ela não cuidava da mãe.
Dirceu foi condenado a 3 anos e 7 meses de prisão, mas ficara no regime aberto por haver o entendimento de a tentativa ser privilegiada em função da vitima ter estuprado sua mãe.
Atuaram no júri de hoje no corpo de jurados 4 homens e 3 mulheres, oficial de justiça o chefe do cartório Gelson Tomiello, o juiz de direito Dr. Andre Bianchi, promotor de justiça substituto Alexandre Estefani de São Miguel do Oeste, na defesa o advogado Dr Adilson Luiz Raimundi além de outros serventuários da justiça e policiais militares.