Os três caçadores foram mortos na Argentina - Foto:Reprodução
O Tribunal do Júri da Comarca da Capital irá julgar, na próxima terça-feira (10/04), em Florianópolis, os quatro acusados pelo homicídio de três pessoas, ocorrido na fronteira com a Argentina em dezembro de 2008.
Orélio Otmar Luft, Orli Valmor Luft, Osmar Luft e Vilmar Luis Luft são acusados pelo homicídio triplamente qualificado de Ademir Luft, Sergio Luft e Raimundo Clem. As três vítimas foram torturadas e mortas enquanto caçavam em uma reserva florestal localizada na Argentina, na fronteira com o Brasil, próxima ao Município de Itapiranga.
O Promotor de Justiça Luiz Fernando Fernandes Pacheco representará o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) perante o Tribunal do Júri, cuja sessão será realizada no Salão do Fórum Distrital do Norte da Ilha, com início marcado para 13h
Os irmãos Sérgio e Ademir Luft e o cunhado Raimundo Clem saíram de Itapiranga no dia 26 de dezembro de 2008 para caçar e pescar na reserva Yaboti, na Argentina. Cinco dias depois foram encontrados mortos. Dois estavam com os corpos mutilados.
Depois de um mês os corpos foram liberados pelas autoridades da Argentina para que os familiares pudessem fazer o velório e o sepultamento no Brasil.
Orélio Otmar Luft, Orli Valmor Luft, Osmar Luft e Vilmar Luis Luft são acusados pelo homicídio triplamente qualificado de Ademir Luft, Sergio Luft e Raimundo Clem. As três vítimas foram torturadas e mortas enquanto caçavam em uma reserva florestal localizada na Argentina, na fronteira com o Brasil, próxima ao Município de Itapiranga.
O Promotor de Justiça Luiz Fernando Fernandes Pacheco representará o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) perante o Tribunal do Júri, cuja sessão será realizada no Salão do Fórum Distrital do Norte da Ilha, com início marcado para 13h
Os irmãos Sérgio e Ademir Luft e o cunhado Raimundo Clem saíram de Itapiranga no dia 26 de dezembro de 2008 para caçar e pescar na reserva Yaboti, na Argentina. Cinco dias depois foram encontrados mortos. Dois estavam com os corpos mutilados.
Depois de um mês os corpos foram liberados pelas autoridades da Argentina para que os familiares pudessem fazer o velório e o sepultamento no Brasil.